Ginástica Rítmica do Brasil foi hegemônica no Pan-Americano

O Campeonato Pan-Americano de Ginástica Rítmica chegou ao final com hegemonia absoluta do Brasil. O trabalho da CBG com a modalidade foi mais que louvável. Quase unânime, o Brasil só não subiu no topo do pódio uma única vez ao longo da competição.

O conjunto brasileiro de ginástica rítmica encerrou o Campeonato Pan-Americano em grande estilo ao alcançar, na série de cinco bolas, a maior nota do ciclo entre todas as seleções do mundo: 29.250 pontos, superando inclusive a marca de 29.150 registrada pela Espanha no Campeonato Europeu. Além disso, o Brasil conquistou mais um ouro na série mista que somou 28.900 pontos e campanha inesquecível.

Já no individual, só alegria! Bárbara Domingos subiu ao pódio em todos os aparelhos disputados: conquistou o ouro nas maças (29.000), a prata no arco (28.600) e dois bronzes, na bola (26.600) e na fita (28.250). Com quatro medalhas, a brasileira foi a atleta do país com maior presença entre as premiadas.

Geovanna Santos também brilhou ao garantir dois títulos continentais, vencendo as finais do arco com 28.950 pontos e da fita com 28.400. Já Maria Alexandre conquistou duas medalhas de prata, terminando em segundo lugar tanto na bola, com 26.700 pontos, quanto nas maças, com 28.600. Ao todo, o Brasil somou oito medalhas nas finais individuais, consolidando uma campanha de destaque na competição continental. A única atleta não brasileira que faturou um ouro foi Megan Chu, dos EUA, na bola.

Crédito: CBG/ MeloGym

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