{"id":23317,"date":"2014-02-02T16:25:00","date_gmt":"2014-02-02T19:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/preview.sprinty.com.br\/a34dca66\/o-que-a-ginastica-reserva-para-2014-parte-5\/"},"modified":"2014-02-02T16:25:00","modified_gmt":"2014-02-02T19:25:00","slug":"o-que-a-ginastica-reserva-para-2014-parte-5","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gymbrazil.esp.br\/index.php\/2014\/02\/02\/o-que-a-ginastica-reserva-para-2014-parte-5\/","title":{"rendered":"O que a gin\u00e1stica reserva para 2014? &#8211; Parte 5"},"content":{"rendered":"<div dir=\"ltr\" style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEi2tlIZQthU6wMmObrHaR-IjOrNBAEkKz1xXvWlK2jDQGZQzQqJy_31A88c76uF1zk_9lWrXn-EVVT0neHT4io-FQWg_iYgNS5StCg5rWwSk_ieax-Er96Qp8Kpy2P8BHOVBjSPDC8GRN0\/s1600\/Ellie+black.jpg\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEi2tlIZQthU6wMmObrHaR-IjOrNBAEkKz1xXvWlK2jDQGZQzQqJy_31A88c76uF1zk_9lWrXn-EVVT0neHT4io-FQWg_iYgNS5StCg5rWwSk_ieax-Er96Qp8Kpy2P8BHOVBjSPDC8GRN0\/s1600\/Ellie+black.jpg\" height=\"225\" width=\"400\" \/><\/a><\/div>\n<p>\nQuinta parte da s\u00e9rie &#8220;O que a gin\u00e1stica reserva para 2014&#8221;.<\/p>\n<p><b>CANAD\u00c1<\/p>\n<p>Aleeza Yu<\/b>Treinada pela ex-ginasta e campe\u00e3 ol\u00edmpica Elena Davydova na Academia Gemini, Aleeza \u00e9 uma aposta do Canad\u00e1 para o individual geral, como bem mostrou em sua \u00faltima participa\u00e7\u00e3o em competi\u00e7\u00f5es de 2013, durante o Japan Junior International, quando alcan\u00e7ou o expressivo somat\u00f3rio de 55.800 e foi 4\u00aa colocada, atr\u00e1s apenas das maiores promessas dos EUA e da China para a Olimp\u00edada do Rio; no dia seguinte, entretanto, cometeu algumas falhas e voltou pra casa sem medalhas. Vale lembrar que a ginasta vinha de desempenhos bastante frustrantes, tendo superado assim um retrospecto de consider\u00e1vel inconsist\u00eancia. Mesmo assim, fez o suficiente para se tornar vice-campe\u00e3 nacional no geral, nas barras e no solo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/w4cQMI-K1Hs\" width=\"540\"><\/iframe><\/p>\n<p><b>Heaven Latimer<\/b><br \/>\nMundialmente conhecida por apresentar elementos de alta dificuldade em seus aparelhos mais fortes, trave (mortal esticado com pirueta, twist) e solo (Tsukahara grupado, duplo twist e tripla pirueta), Heaven \u00e9 uma das maiores esperan\u00e7as da equipe canadense para este ciclo. Destaque na Massilia Gym Cup de 2012 e no International Gymnix do ano passado, \u00e9 a atual vice-campe\u00e3 do Elite Canada no individual geral e medalhista de ouro no solo. Afastada das grandes competi\u00e7\u00f5es desde mar\u00e7o por causa de uma les\u00e3o, a ginasta \u00e9 uma das mais aguardadas para o pr\u00f3ximo Elite e o Nacional, que acontecem em fevereiro e maio, respectivamente.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/tyKTxW_MTMc\" width=\"540\"><\/iframe><\/p>\n<p><b>Victoria Moors<\/b><\/p>\n<p>Possivelmente o maior feito de Victoria Moors no ano passado foi homologar o duplo esticado com dupla pirueta, exerc\u00edcio que colocou uma letra a mais no c\u00f3digo feminino, a letra I, que d\u00e1 um valor de 0.9 ao exerc\u00edcio. Em 2012, nas Olimp\u00edadas de Londres, Victoria Moors era cotada para estar na final de solo. Tinha uma \u00f3tima s\u00e9rie e terminado com a prata no Evento Teste, no come\u00e7o do ano. A final de solo em 2012 n\u00e3o aconteceu, mas Victoria fez parte do hist\u00f3rico 5\u00ba lugar por equipes, melhor coloca\u00e7\u00e3o do Canad\u00e1 em Olimp\u00edadas at\u00e9 hoje. Em 2013, com a possibilidade de homologar um salto, novamente era esperado que Victoria estivesse na final de solo, mas ela errou justamente esse exerc\u00edcio nas classificat\u00f3rias do aparelho, colocando em risco a homologa\u00e7\u00e3o do mesmo. Na final do individual geral, Victoria acertou e teve uma nota excelente: 14.633. Essa nota na final teria dado um bronze para Victoria! A ginasta terminou o individual geral do Mundial na 10\u00aa coloca\u00e7\u00e3o, e tem notas de dificuldades em todos os aparelhos para ajudar a equipe no mundial do ano que vem (5.8 no salto, 5.6 na paralela, 5.9 na trave e 6.2 no solo), al\u00e9m de ter, mais uma vez, a chance de entrar na final de solo e conquistar a t\u00e3o sonhada medalha.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/LRi6wlWRejI?feature=player_detailpage\" width=\"540\"><\/iframe><\/p>\n<p><b>Maegan Chant&nbsp;<\/b><\/p>\n<p>\u00c9 uma ginasta com boa explos\u00e3o, que por essa qualidade acaba por se destacar no solo e salto. Seu solo come\u00e7a com um duplo esticado bem realizado e segue a s\u00e9rie com outros tr\u00eas duplos mortais. Com todos seus elementos de dan\u00e7a considerados, a jovem ginasta canadense que entrou pra categoria adulta em 2013, alcan\u00e7a um \u00f3timo 6.0 de dificuldade. Seus saltos n\u00e3o s\u00e3o muito dif\u00edceis, mas sua execu\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante eficaz, e o potencial para upgrades (capacidade de dificultar) \u00e9 bastante prov\u00e1vel em ambos: o primeiro \u00e9 um tsukahara-dupla pirueta, de 6.0 de dificuldade, mas que \u00e9 realizado com pouca consist\u00eancia ainda, sendo necess\u00e1rio fix\u00e1-lo. A canadense no entanto realiza de forma brilhante esse mesmo salto com uma pirueta a menos. O segundo salto de Chant \u00e9 uma revers\u00e3o-mortal esticado para frente com meia pirueta, de valor de 5.4 e uma postura bastante correta. Sua s\u00e9rie de trave se destaca pelo belo mortal grupado com pirueta (F) e uma \u00f3tima sa\u00edda de duplo mortal carpado (E), mas \u00e9 completada com elementos de dificuldade baixa e execu\u00e7\u00e3o mediana, tendo pouca consist\u00eancia e firmeza, somando apenas 6.0 de dificuldade quando todas as liga\u00e7\u00f5es s\u00e3o realizadas com sucesso. As barras s\u00e3o seu aparelho mais fraco, apresentando apenas o b\u00e1sico pra cumprir os requerimentos, e tendo apenas uma largada gienger mediana de entrada e sa\u00edda de tsukahara grupado (apenas 5.0 de dificuldade).<\/p>\n<p>A s\u00e9rie abaixo teve muitos desequil\u00edbrios, mas essa pirueta grupada \u00e9 uma das melhores executadas at\u00e9 hoje!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/TrWIa3JrXCY\" width=\"540\"><\/iframe><\/p>\n<p><b>Elisabeth Black<\/b><\/p>\n<p>\u00c9 a t\u00edpica gin\u00e1stica com explos\u00e3o, que tem como destaque o salto e o solo, mas que como toda canadense, tem seu diferencial nas coreografias, apesar de n\u00e3o ser seu ponto forte. Com uma entrada extremamente original no solo de 2.5 ao passo tripla, algo que nenhuma outra ginasta havia tentado antes na hist\u00f3ria da gin\u00e1stica art\u00edstica, Black cativa os \u00e1rbitros e o p\u00fablico com sua originalidade e saltos gin\u00e1sticos muito altos nesse aparelho, que auxiliam na composi\u00e7\u00e3o de sua s\u00e9rie de 5.8 de D. No salto, Ellie tamb\u00e9m n\u00e3o desaponta, apresentando saltos de alto grau de dificuldade, mas execu\u00e7\u00e3o ruim, sobretudo nas aterrissagens: o primeiro salto costuma ser um tsukahara com dupla pirueta, com postura e aterrissagem ruins, e o segundo \u00e9 uma revers\u00e3o com uma pirueta e de frente, que tem um 6.2 de nota D e aterrissagem ainda mais perigosa. Apesar de sua evidente explos\u00e3o, a ginasta canadense tamb\u00e9m se destaca na trave, um aparelho que exige bastante t\u00e9cnica e concentra\u00e7\u00e3o. Com acrobacias altas e dif\u00edceis, como um perfeito mortal carpado frontal e uma sequ\u00eancia de flic flac+mortal esticado, Elisabeth mostra consist\u00eancia e firmeza durante suas s\u00e9ries, mas pelo baixo n\u00famero de conex\u00f5es, a atleta s\u00f3 consegue atingir 6.0 com todos os elementos considerados. Sua paralela, apesar de ser seu aparelho mais fraco, ainda apresenta boa execu\u00e7\u00e3o e alguns elementos interessantes como a liga\u00e7\u00e3o de jaeger carpado + pak e a sa\u00edda de giro de sola com mortal esticado com meia pirueta, o Moors(valor D), que auxiliam Black a alcan\u00e7ar 5.1 de D,<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/0Sj6Q0_Oj2Y\" width=\"540\"><\/iframe><\/p>\n<p>Texto de Cedrick Willian, Bernardo Abdo e Stephan Nogueira.<br \/>\nFoto: <a href=\"http:\/\/halifaxalta.goalline.ca\/news.php?news_id=762168\">Halifax Gymnastics Club<\/a><\/p>\n<p><i>Esse \u00e9 o quinto texto de 2013\/2014 da s\u00e9rie &#8221; O que a gin\u00e1stica reserva&#8221;. Todo fim de ano faremos postagens sobre os maiores nomes que competir\u00e3o no ano seguinte. O \u00faltimo texto ser\u00e1 exclusivamente escrito sobre ginastas do Brasil.<\/i><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quinta parte da s\u00e9rie &#8220;O que a gin\u00e1stica reserva para 2014&#8221;. 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