{"id":22805,"date":"2016-02-24T18:55:00","date_gmt":"2016-02-24T21:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/preview.sprinty.com.br\/a34dca66\/o-que-a-ginastica-reserva-para-2016-parte-7\/"},"modified":"2016-02-24T18:55:00","modified_gmt":"2016-02-24T21:55:00","slug":"o-que-a-ginastica-reserva-para-2016-parte-7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gymbrazil.esp.br\/index.php\/2016\/02\/24\/o-que-a-ginastica-reserva-para-2016-parte-7\/","title":{"rendered":"O que a gin\u00e1stica reserva para 2016? &#8211; Parte 7"},"content":{"rendered":"<div dir=\"ltr\" style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEhRtSGb8YMT3ubx-yewAYMVdOOOkCIbKQe-NPYz3BDoSTCdUET-bfEpTOejVAk5c5Gch5UYPXMNm4fddwJqjj1RP-f-fDPltAnzOHO-6fNT_Lacl7nirre6y3p9dm_Qkp6anqf7IcHqnw4\/s1600\/Carlotta+Ferlito.jpg\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"361\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEhRtSGb8YMT3ubx-yewAYMVdOOOkCIbKQe-NPYz3BDoSTCdUET-bfEpTOejVAk5c5Gch5UYPXMNm4fddwJqjj1RP-f-fDPltAnzOHO-6fNT_Lacl7nirre6y3p9dm_Qkp6anqf7IcHqnw4\/s400\/Carlotta+Ferlito.jpg\" width=\"400\" \/><\/a><\/div>\n<p><b><br \/><\/b><br \/>\n<b>IT\u00c1LIA<\/b><\/p>\n<p><b>Desiree Carof\u00edglio<\/b><\/p>\n<p>Talvez a maior surpresa da base italiana nos \u00faltimos anos, Desiree Carofiglio chega \u00e0 categoria adulta como poss\u00edvel integrante da sele\u00e7\u00e3o que competir\u00e1 internacionalmente nos pr\u00f3ximos meses. A It\u00e1lia teve o auge de sua renova\u00e7\u00e3o no ciclo em 2014, quando um grupo numeroso de meninas passou a fortalecer a equipe, que h\u00e1 anos se mant\u00e9m entre as 8 melhores do mundo. Entretanto, nos anos seguintes, o n\u00edvel e a quantidade de ginastas juvenis do pa\u00eds tiveram uma queda consider\u00e1vel, e apenas Carofiglio e Sofia Busato estreiam como seniores no ano ol\u00edmpico com alguma chance de chegar a disputar os Jogos do Rio. Desiree \u00e9 uma atleta forte fisicamente e vers\u00e1til, tendo nas barras (Ricna + Pak, Stalder 1\/1, Maloney + shootover, duplo frontal) e no solo (duplos carpado e grupado pra frente) seus pontos fortes, al\u00e9m de ser bastante eficiente no salto (Yurchenko com pirueta e meia). Afastada das grandes competi\u00e7\u00f5es desde o Europeu de Sofia, na Bulg\u00e1ria, esteve presente na temporada passada em eventos sub 15 de pouca repercuss\u00e3o, al\u00e9m de participa\u00e7\u00f5es discretas em etapas da s\u00e9rie A italiana.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/aRgL98_g0P4\" width=\"560\"><\/iframe><\/p>\n<p><b>Vanessa Ferrari<\/b><\/p>\n<p>Lesionada \u00e0s v\u00e9speras do Mundial de Glasgow, teve uma participa\u00e7\u00e3o discreta apenas nas classificat\u00f3rias, onde suas notas realmente eram necess\u00e1rias. Competindo apenas para ajudar a equipe e sem nenhuma inten\u00e7\u00e3o de final ou medalhas, teve suas notas contadas nos 4 aparelhos. Desde quando foi campe\u00e3 mundial em 2006, ano em que integrou a equipe adulta, se manteve na equipe durante todos esses anos entre as ginastas principais, sendo por vezes a \u00fanica chance de medalha individual da It\u00e1lia. Foi finalista ol\u00edmpica no solo em 2012 e, al\u00e9m do ouro obtido no Mundial de 2006, conseguiu algumas outras medalhas individuais em Mundiais. Atualmente trabalhando em sua recupera\u00e7\u00e3o completa, tanto f\u00edsica quanto relacionada \u00e0s s\u00e9ries e exerc\u00edcios, espera-se que Ferrari chegue em sua 3\u00aa Olimp\u00edada com chances de medalhas mais uma vez, al\u00e9m de ser completamente necess\u00e1ria para que a It\u00e1lia possa ter mais uma chance de competir em uma final ol\u00edmpica por equipes. Confira abaixo uma das melhores s\u00e9ries de solo de Ferrari no ano passado.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/PyaNv3rA_0w\" width=\"560\"><\/iframe><\/p>\n<p><b>Carlotta Ferlito<\/b><\/p>\n<p>Finalista de trave no Mundial de 2013, passou a maior parte de 2014 afastada por problemas de sa\u00fade (febre glandular) e les\u00f5es. Nesse ano competiu apenas na American Cup e na Golden League para ajudar sua equipe. Retornou em 2015 talvez numa das melhores fases da sua carreira: em mar\u00e7o, competiu no Trofeo Citt\u00e1 di Jesolo e ficou com o bronze na trave. Mais tarde, no Campeonato Europeu, Ficou em 13\u00ba no individual geral e por pouqu\u00edssimo n\u00e3o entrou na final de trave, sendo a primeira reserva do aparelho. No Mundial mostrou grande potencial: apresentou upgrades nas suas s\u00e9ries e esteve muito segura em todos os aparelhos, sendo a melhor trave da It\u00e1lia. Competiu perfeitamente na final por equipes, pontuando acima de 14 nos tr\u00eas aparelhos que se apresentou: salto, trave e solo. Pelo crit\u00e9rio de desempate, acabou fora da desastrosa final de trave, onde facilmente poderia ter sa\u00eddo com uma medalha. Teve a 3\u00aa melhor nota nesse aparelho na final do individual geral, pontuando 14.441. Depois de um Mundial muito seguro e com uma melhora crescente nesse ciclo, sem d\u00favidas Ferlito ser\u00e1 uma das for\u00e7as que ir\u00e1 compor a equipe italiana nos Jogos do Rio.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TCIhpDShEO8\" width=\"560\"><\/iframe><\/p>\n<p><b>Erika Fasana<\/b><\/p>\n<p>Talvez a ginasta mais potente da equipe, foi finalista de solo no Mundial de 2014 e teve um \u00f3timo ano em 2015. Come\u00e7ou o sucesso na American Cup, quando terminou em 3\u00ba lugar no individual geral e apresentou grande melhora nas barras assim\u00e9tricas. Em Jesolo, terminou em 2\u00ba na final de solo, pontuando 14.900 e ficando atr\u00e1s apenas de Simone Biles. Chegou ao Muundial de Glasgow muito bem e, nas classificat\u00f3rias, pontuou a \u00fanica nota acima de 15 da It\u00e1lia, um 15.058 para seu yurchenko com dupla pirueta no salto. Ainda teve um 13.766 nas assim\u00e9tricas e com 14.466 se classificou para a final de solo, sendo a \u00fanica italiana a se classificar para as finais por aparelhos. Entretanto, durante o aquecimento para a final por equipes, sofreu uma les\u00e3o no cotovelo e n\u00e3o competiu barras assim\u00e9tricas, mas contribuiu com um 14.800 no salto e um 14.500 no solo. Para a final de solo a ginasta foi poupada e n\u00e3o competiu, o que acabou sendo uma s\u00e1bia decis\u00e3o: preservar a sa\u00fade de uma ginasta que provavelmente contribuir\u00e1 com as melhores notas para a equipe esse ano, al\u00e9m de representar o pa\u00eds em uma final ol\u00edmpica.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oMvpDYwJrK8\" width=\"560\"><\/iframe><\/p>\n<p><b>Elisa Meneghini<\/b><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<div>\nMeneghini \u00e9 uma ginasta relativamente consistente, e que apresenta uma for\u00e7a maior no solo e na trave de equil\u00edbrio. Sua s\u00e9rie de solo \u00e9 iniciada com um \u00f3timo duplo mortal esticado, e \u00e9 seguida por outras tr\u00eas diagonais com duplo mortal, elementos que exigem explos\u00e3o, algo que essa ginasta tem de sobra. Com todos os elementos de dan\u00e7a considerados, sua nota de dificuldade alcan\u00e7a um 5.700, que consistentemente rende uma nota na casa dos 14 pontos. De 2015 pra 2016, Elisa apresentou alguns consider\u00e1veis upgrades em sua prova de trave, que agora conta com uma ousada sequ\u00eancia de rondante + mortal esticado com pirueta, alcan\u00e7ando um 6.300 de dificuldade em potencial. Existe ainda a possibilidade de outra sequ\u00eancia complicada sair dos treinos: uma estrela sem m\u00e3os ligada diretamente ao mortal layout, que aumentaria dois d\u00e9cimos na nota D. No entanto, a falta de consist\u00eancia nesse aparelho \u00e9 um grande problema. Seu salto \u00e9 um potente Yurchenko com pirueta e meia (o melhor da equipe), que pode ter meia pirueta acrescentada caso a ginasta consiga tirar o DTY dos treinos. As barras assim\u00e9tricas j\u00e1 foi um dos aparelhos mais fortes de Elisa, mas atualmente carece de dificuldade (um exerc\u00edcio de apenas 5.500 de D), al\u00e9m ter v\u00e1rios problemas de execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oX5PNNsABHk\" width=\"560\"><\/iframe><\/div>\n<div>\n<\/div>\n<p><b>Martina Rizelli&nbsp;<\/b><\/p>\n<div>\n<\/div>\n<div>\nSimplesmente a melhor &#8216;barrista&#8217; da equipe. Sua s\u00e9rie j\u00e1 come\u00e7a com uma complicad\u00edssima sequ\u00eancia de ricna (a largada tkachev vindo do stalder) seguido diretamente por um Pak, conex\u00e3o que bonifica em dois d\u00e9cimos. A prova tem uma nota de 6.000 de dificuldade e apresenta a melhor postura corporal entre todas as ginastas italianas da atualidade. Essa s\u00e9rie pode ficar ainda mais forte, caso a ginasta consiga tirar a sa\u00edda de duplo com dupla grupado dos treinos para a competi\u00e7\u00e3o. Diferentemente da maior parte das ginastas especialistas de barras, que costumam ter uma linha corporal mais alinhada e pouca explos\u00e3o, Rizelli tem um corpo forte e tamb\u00e9m apresenta bastante explos\u00e3o em sua gin\u00e1stica. No solo, ela entra com um complexo duplo mortal esticado, segue a s\u00e9rie com outras tr\u00eas acrobacias com duplo mortal, e alcan\u00e7a um 5.800 de dificuldade em potencial dependendo unicamente dos elementos de dan\u00e7a, j\u00e1 que os acrob\u00e1ticos s\u00e3o todos incontestavelmente consider\u00e1veis. A pot\u00eancia se mant\u00e9m no salto, onde a ginasta j\u00e1 se mostrou capaz de realizar um bom Yurchenko com dupla pirueta. Sua s\u00e9rie de trave \u00e9 simples (5.600 de D com tudo considerado) e n\u00e3o \u00e9 muito eficiente.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/DENAZdaEhlA\" width=\"560\"><\/iframe><\/p>\n<div>\n<br \/>\nPost de Cedrick Willian, Stephan Nogueira e Bernardo Abdo<\/p>\n<p><i>Esse \u00e9 o s\u00e9timo texto de 2016 da s\u00e9rie &#8221; O que a gin\u00e1stica reserva&#8221;. Todo fim \/ come\u00e7o de ano faremos postagens sobre os maiores nomes que competir\u00e3o no ano seguinte. O \u00faltimo texto ser\u00e1 exclusivamente escrito sobre ginastas do Brasil.<\/i><\/p>\n<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>IT\u00c1LIA Desiree Carof\u00edglio Talvez a maior surpresa da base italiana nos \u00faltimos anos, Desiree Carofiglio chega \u00e0 categoria adulta como poss\u00edvel integrante da sele\u00e7\u00e3o que competir\u00e1 internacionalmente nos pr\u00f3ximos meses. 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